Antes da partida contra a Bélgica li uma reportagem que vertia ufanismo no tom de “Todos juntos vamos, Pra frente Brasil, Salve a Seleção!”
Dava conta de que o selecionado era verdadeiramente um selecionado, representado por nada menos do que 23 clubes entre todos os seus jogadores e funcionários.
Obviamente cada um tinha lá sua função e ninguém sequer suspeitou que a Bélgica poderia surpreender com alguns jogadores exercendo funções diferentes.
Ou seja, não havia um plano B. Isto de alguma forma ajuda a explicar os primeiros 30min de partida, aquele buraco no meio campo, com a seleção desnorteada em campo.
Em entrevista para uma rádio de SC, o analista de desempenho da seleção, Thomas Koerich, questionado se o Brasil esperava uma mudança de posicionamento do ataque belga, com De Bruyne sendo um falso centroavante e com o Lukaku aberto, explorando o lado do Marcelo, respondeu que não.
