O São Luiz encarou em casa um Grêmio de piás, sem nenhum titular.
Empatou com as calças na mão no final.
Teve vibração pela dramaticidade.
Mas o resultado é para ser lamentado, embora isto escancare o nível em que anda o nosso futebol do Interior.
Em tempo: fiquei na dúvida na hora, mas não houve o pênalti reclamado.
Já o Brasil de Pelotas não jogou bem contra o Juventude.
Pelo contrário, foi dominado em muitos momentos, principalmente no primeiro tempo.
Arrumou um 3 a 1 melhor do que a encomenda graças ao péssimo desempenho do miolo de zaga do time do técnico Zago, logo ele, um ex-zagueiro.
Em casa de ferreiro, espeto de pau.
Do site do Brasil de Pelotas:
“O Brasil mostrou, desde o começo, que dentro do Bento Freitas e na estréia do estadual, os três pontos seriam conquistados de qualquer forma.”
Avaliação bem mais realista do jornal Diário da Manhã:
“O primeiro tempo foi de muita dificuldade para o Brasil, apesar da vantagem de 1 a 0.
O primeiro gol (Brasil) foi num pênalti...Depois o time caxiense passou a dominar a partida e criar chances para empatar o jogo.
Foram sete oportunidades desperdiçadas pelos atacantes ou conclusões que pararam nas defesas de Marcelo Pitol.”
Vimos a mesmo partida.
