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Ontem escrevi uma coluna premonitória. Disse quem um dia o Conselho Deliberativo ainda votaria pelo fim do Parque Gigante, que seria transformado em CT do futebol. Enquanto eu escrevia, acontecia uma reunião de sócios com o vice-presidente do Parque Gigante, Mauri Luiz, para tratar da cobrança da taxa para dependentes e outros assuntos. Rodrigo Navarro Lins de Aguiar, líder do movimento por melhorias no local, envia e-mail relatando avanços na questão. Mas é este trecho que chama a atenção: “Não há garantia total de permanência do Parque Gigante, pois, embora seja de fato muito difícil a sua extinção, há gente influente, conforme suspeitávamos, dentro e fora do Inter, que acha que seria mais interessante liberar aquela área para empreendimentos mais lucrativos financeiramente.” Ouço de alguém influente no Inter que o Parque, fundado em 20 de janeiro de 1983, já cumpriu o seu papel. Em gestões passadas, até emprestava dinheiro para o futebol. Hoje, dá prejuízo. Outro conselheiro importante e atuante em várias diretorias vai mais longe. Garante que a Comissão de Reforma Estatutária do Internacional deverá propor, não disse quando, a extinção do Parque Gigante, segundo ele um departamento do clube. Minha intuição diz que este dia não está longe de chegar. Só não sei dizer se será ainda na gestão de Giovanni Luigi.