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Publicado no meu blogue em 18 de abril. “Assim como este colunista, o amigo leitor deve ter se criado ouvindo os treinadores, principalmente eles, defenderem a tese de que um time se faz, entre outras coisas, com a repetição de uma equipe e um padrão de jogo. O Inter teve vários esquemas e, nas 24 partidas que disputou em 2015 (17 pelo Gauchão, cinco pela Libertadores e dois amistosos) não repetiu o time. Mesmo assim o aproveitamento é de 68%. Este novo conceito veio para ficar? Acho, muito por intuição e um pouco por achômetro, que esta fórmula de rodízio e de vários esquemas até pode dar certo no Gauchão ou contra uma Universidad de Chile em péssima fase, por exemplo. A boa notícia é que os bons resultados dão fôlego para Aguirre achar o time e o esquema ideais. O rodízio permitiu ainda firmar Dourado como titular. Se o Inter continuar tendo sucesso assim como está, muita gente terá que rever conceitos. Eu, por exemplo”. Por é. Veio o Brasileiro, adversários mais qualificados, alguns nem tão qualificados assim, e a consagrada fórmula de Aguirre, consagrada no ruralito, diga-se, afundou. A boa notícia? Há um time titular, com opções. A notícia ruim? Nem todos os titulares podem estar disponíveis no dia 15, quando o Inter enfrenta o Tigres na semifinal da Libertadores. O time que considero titular hoje: Alisson; William, Ernando, Juan e Geferson; Dourado, Aránguiz, D’Alessandro e Valdívia; Nilmar e Lisandro Lópes. Sasha pode entrar no lugar de Valdívia ou de um dos atacantes; Alex na vaga de D’Alessandro; Anderson na de Aránguiz... Não está garantida a presença de Alisson no dia 15, como é difícil o retorno de Juan. Valdívia será avaliado. Sasha já poderá jogar, assim como Réver, neste momento reserva.