O plano de ação do futuro presidente do Grêmio, Odorico Roman, tem como base o resultado financeiro do estádio.
“Obrigado, Marcelo. Seu nome está gravado na história”, diz o plano.
O empresário Marcelo Marques comprou a gestão por R$ 145 milhões.
No papel, o clube vai atingir um novo patamar, saindo da posição de coadjuvante no futebol para se tornar protagonista. Trechos.
“De forma realista, estima-se que o estádio possa produzir um resultado bruto superior a R$ 100 milhões por ano.
O sistema de check-in que implantaremos estimulará o torcedor que não puder ir ao jogo a informar ao clube. O direito de ingresso daquele jogo será vendido a outro torcedor e um bônus será creditado ao associado que cedeu o assento. Isso valerá para as cadeiras gold, gramado e do quarto anel, cada uma com regras ajustadas.
Camarotes, publicidade, eventos e serviços de catering podem render R$ 21 milhões por ano.
A bilheteria, impulsionada por grandes jogos e pelo sistema de check-in, tem potencial para gerar R$ 35 milhões/ ano;
Um estudo preliminar indica que a venda dos naming rights pode alcançar R$ 20 milhões por ano.
Afora isso, ações com internet e a venda de espaços pode render valor entre R$ 12 e R$ 25 milhões.
Somadas, essas fontes representam mais de R$ 100 milhões em receitas, suficientes para cobrir as despesas de manutenção e ainda garantir um resultado líquido estimado em R$ 75 milhões anuais. Esse é o tamanho econômico da Arena e ele pode crescer ainda mais.”
