Hiltor Mombach

A GANGORRA SEGUNDO UM GREMISTA

A GANGORRA SEGUNDO UM GREMISTA

Hiltor.  Bom dia!
Sou um Gremista e apreciador do futebol.
Enviei este e-mail para alguns amigos tricolores e se puder postar no teu Blog, ficarei agradecido.
Gremistas,
Sempre após uma tragédia vem uma reflexão, isto ocorre em todas circunstâncias da vida.
Ontem, após mais uma saga vitoriosa do tradicional adversário, parei alguns instantes para encontrar argumentos que ilustram o momento dos dois maiores times do RS.
- O tradicional rival a tempos vem renovando dirigentes e estruturando o clube.
O nosso tricolor anda em círculos, são sempre os mesmos que comandam o clube. Ex. O Meira, em 2004 (ano da queda), estava na direção de futebol. O que credencia o Meira a atuar novamente em uma nova direção?

- O time base do tradicional rival mescla jogadores consagrados no clube com jogadores das categorias de base. Ex. Taison, Sandro...
O nosso tricolor mescla jogadores sem identidade com o clube com jovens jogadores limitados.

- O tradicional rival aposta em jogadores de qualidade. Ex. Sobis, Renan, Tinga ...
O nosso tricolor aposta em Ozéia, Ferdinando, Fabio Santos

- O tradicional rival renova contrato com jogadores diferenciados. Ex. D’Alessandro.
O nosso tricolor renova com Rafael Marques.

- O tradicional rival faz campanha para sócios e oferece vantagens. Ex. Parque Gigante.
O nosso tricolor faz campanha para escolher o terceiro uniforme, a pintura do Olimpico e aumenta a mensalidade 10% por ano (meu salário não aumenta 10% a.a.)

- O tradicional rival pensa grande, no futuro e age. Ex. Reformulação do Beira-Rio.
O nosso tricolor sonha grande, sonha, sonha e sonha.

A situação não é tão ruim assim, não ouvimos falar do site e do ônibus, mas quem dúvida que não ouviremos algo parecido?

Onde estão os que apoiram oo Duda nas eleições?
O problema do Grêmio é vertical, de cima para baixo, do Presidente ao Porteiro. Nada muda e mudará.
Somos Imortais! Até quando? Continuarei Gremista e acreditando, mas sem a mesma motivação de anos anteriores.
Abraços, Marcelo Brancher