Hiltor Mombach

A goleada, ainda

Animado pela campanha e pelas justas manchetes da semana, tornando-o o time sensação do Gauchão, o São Luiz entrou em campo disposto a liquidar logo a fatura. Atirou-se ao ataque por 6min.
E foi só.
Depois, resignado, assistiu ao Inter apresentar sua principal arma, a imensa superioridade técnica.
Eram 13min e o time já havia perdidos dois gols destes ditos feitos. Seguiu apertando o torniquete até abrir o placar, aos 31min.
Depois, passou a boiada.
Imagino que como eu, todos esperavam mais do São Luiz e não tanto do Inter.
A equipe passou por cima de um adversário cantado em prosa e verso (justamente, diga-se) e de um gramado escandalosamente ruim.
Não houve nó tático de Dunga sobre Paulo Porto.
Nem precisou.
O Inter simplesmente mandou  em todas as posições do campo.
Atrás, Juan e Moledo não deram chance; na frente, Damião foi Damião dos bons tempos.
Como maestro, ele, D’Alessandro.