Hiltor Mombach

A “gravíssima” crise do Grêmio. Parte 2

O Grêmio sofreu mais do que se previa para ganhar do lanterna Goiás por 2 a 1 na Arena

O Grêmio sofreu mais do que se previa para ganhar do lanterna Goiás por 2 a 1 na Arena em jogo atrasado do Brasileiro.
Em 30/10 publiquei  coluna com o título a “gravíssima” crise do Grêmio.
Antes, dia 10, com  “Renato é o cara”, declaração de Romildo Bolzan quando se pedia a cabeça do treinador.
O Brasileiro estava na 15ª rodada e o Grêmio patinava em 10º.
 Sete jogos depois e mais 17 pontos na tabela, frutos de cinco vitórias e dois empates, com 81% de aproveitamento, o Grêmio tem cinco pontos a menos do que o líder Galo.
Com um detalhe: tem uma partida a menos.
O filósofo Rafael Bandeira dos Santos cometeu a frase de que o futebol é dinâmico.
Extraordinariamente dinâmico.
Obviamente que por “gravíssima” crise entendia que parte da torcida estava fazendo tsunami em copo d’água.
Da coluna de 1012? “A chance do treinador ser demitido neste momento é zero. Romildo entende que o time passa por um momento de transição e está sendo prejudicado pela arbitragem.
Mais: anda atuando desfalcado de peças importantes.”
Romildo tinha razão.
Aos apressados:
“Menos Batista, menos”.