Hiltor Mombach

A política de austeridade de Romildo

Por convicção o presidente Romildo Bolzan adotou uma política de austeridade financeira da qual não abre mão.
O caixa está vazio e os compromissos se acumulam.
Porém, a falta de dinheiro não impediu que outras gestões gastassem mais do que podiam, empurrando dívidas com a barriga.

Mesmo que os chineses do Tianjin Teda emprestassem Barcos de graça, o Grêmio não bancaria salário de R$ 700 mil/mês, valor que o atacante recebia quando deixou a Arena.
A tuitada do irmão de Barcos, Gabriel (#PirataCopero) não deve entusiasmar o torcedor. O jogador não cabe na política financeira de Romildo.

Artilheiro da última Libertadores da América, Gustavo Bou deseja sair do Racing.
O clube argentino pede entre seis e oito milhões de dólares (entre R$ 24 e R$ 32 milhões).
Só virá se o empresário Celso Rigo, fazendeiro e que trabalha com plantação de arroz em São Borja, bancar.
Celso Rigo é gremista e amigo de Fábio Koff.

Pergunto a Cesar Pacheco se Bou seria contratado apenas pelos salários e chuto um valor: 200 mil dólares, R$ 800 mil/mês. Não tenho a convicção de que o Grêmio faria o negócio mesmo assim.
A política de austeridade não tira o otimismo da direção.
Todos apostam que este ano vai dar título.