Hiltor Mombach

A reforma do Beira-Rio

As obras de reforma do estádio Beira-Rio, um dos escolhidos para a Copa do Mundo de 2014, estão paradas. A continuação depende da assinatura de contrato entre Inter e Andrade Gutierrez e posterior aprovação pelo Conselho Deliberativo. O contrato não foi finalizado Está marcada mais uma reunião para amanhã em São Paulo.
Integrantes da gestão passada exigem que o clube disponibilize o contrato, e não sua minuta, para leitura. Isto será feito. Mesmo que a votação seja favorável à parceria, não está descartada a hipótese de o assunto prosseguir na Justiça, com pedido de anulação se qualquer item do estatuto for ferido.
Como o clube poderá ceder por 20 anos áreas do Beira-Rio há quem entenda que devem ser ouvidos, além do Conselho Deliberativo, os Conselho Fiscal e Consultivo. De eminente ex-dirigente: “O contrato será examinado com lupa. O CD do Inter é integrado por muitos advogados. Se qualquer item do estatuto for descumprido o assunto poderá ser levado à Justiça”. Acrescenta que “no modelo anterior de reforma (o Inter bancaria a obra) não foi debatida a questão dos naming rights ((direito de nomear um empreendimento). Se isto aparecer no contrato, teremos que debater”.
Pelo andar da carruagem, a reforma vai demorar. E se depender de alguns conselheiros, não sai. Não com a A. Gutierrez.