A Andrade Gutierrez pediu que o Inter entregasse o Beira-Rio desonerado antes de começar a reforma. Só ao Timemania o clube teria que pagar mais de R$ 100 milhões. A construtora entendeu ser impossível o cumprimento de tal item. Restam poucas arestas a aparar.
Estima-se que em setembro as obras estejam sendo tocadas 24h por dia. O Inter justifica a demora na formatação do contrato por tratar-se de um caso diferente. Clube e construtora dividirão espaços e é preciso definir quem paga o que, da limpeza às contas de água e luz.
