O Inter vai reformar o Beira-Rio. Terá uma parceria de 20 anos com a construtora Andrade e Gutierrez. Para ajustar a parceria formou uma comissão de obras que tem como integrantes Cássio de Jesus Trogildo, Diana Raquel de Oliviera, Frederico Gerdau Johanpetter, Geraldo Costa da Camino, Humberto Cesar Busnello, João Patrício Centeno Hermann, José Aquino Flores de Camargo, José Carlos Granja de Andrade, Keller Dornelles Clós, Luís Anápio Gomes de Oliveira (presidente da Comissão de Obras), Maximiliano Selistre Carlomagno (secretário), Pedro Paulo Salvadori Zachia, Ronaldo Marcelio Bolognesi.
Esta comissão já realizou 13 reuniões. E, depois de cada uma delas, publica um comunicado no site do clube.
Para não errar, ou errar menos, o Inter contratou a sssessoria Econômico-Financeira da Ernst & Young Terco e a assessoria Jurídica da Tozzini Freire.
De um integrante da Comissão de Obras sobre a parceria: "É como se alguém comprasse um apartamento e tivesse que reservar um quarto para outra pessoa por 20 anos. Se tudo não estiver no papel, certo, dará problemas".
O caso da Arena do Grêmio é diferente. Mais profundo.
Haverá uma parceria com a OAS de 20 anos, mas ali estará selado o destino do clube, no que se refere ao futuro estádio, por mais 50, 60 anos.
Nada por ser feito no vapt-vupt, como se a próxima rodada do Brasileiro fosse na Arena.
E até porque o aumento de quatro mil cadeiras para um estádio que já irá comportar 52 mil pouco significa. Ainda mais levando-se em conta que a média de público dos estádios, e isto vale para o Grêmio, é inferiro a 20 mil pessoas.
