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O Estadão traz reportagem assinada por Marcio Dolzan relatando que Carlos Barbosa não pode mais dar o nome de São Silvestre à sua corrida de virada do ano. Motivo: a prova, que reúne cerca de 300 competidores na Serra gaúcha, perdeu seu nome original por exigência da Fundação Cásper Líbero, que detém o registro nacional da marca. A alegação é “a inequívoca exploração indevida da marca”, o que inclui “concorrência desleal”.
A prova ocorre desde 1975 e, segundo a reportagem, foi batizada em homenagem ao santo padroeiro da comunidade rural da Linha Doze, ponto de chegada da corrida de 7 quilômetros.
A Fundação Cásper Líbero encaminhou ofício à prefeitura exigindo a retirada de todo o material alusivo à pro
O site da prefeitura de Barbosa em 31/12/2014:Os 40 anos da corrida mais tradicional da Serra Gaúcha e uma das principais do calendário do atletismo gaúcho foram comemorados com a participação de centenas de atletas. O evento contou também com a 13ª São Silvestrinha, destinada a crianças e adolescentes com até 14 anos.”
A última edição levou o nome de rústica Carlos Barbosa. Do prefeito da cidade, Fernando Xavier da Silva: “Não importa o nome que tiver, o que importa são os atletas que participam desta corrida, que já virou tradição no município e no Estado. Que mais atletas participem e que possamos seguir realizando a prova-por muito tempo”.