Hiltor Mombach

A verdade sobre a queda de Siegmann

Roberto Siegmann tornou-se um estranho no ninho na gestão Luigi.
Não conversava mais com o presidente.
Não concordava com a forma de Luigi trabalhar.
O que se diz é que dizia isto publicamente.
Como também externava seu descontentamento com a gestão Piffero.
Siegmann não aprovava a forma como se dá a parceria com Sonda.
Com o empresário tendo muita força e dando as cartas.
Sonda esteve no vestiário do Inter no Pacaembu, depois da derrota de 1 a 0 para o Corinthians.
O empresário e investidor, parceiro do colorado em diversas negociações, prometeu a contração do zagueiro Breno, do Bayern de Munique.
Sonda percebeu não ser bem-vindo por Siegmann.
Deve ter reclamado para Luigi e Fernando Carvalho.
D"Alessandro e Kleber são jogadores de Sonda.
Não vai muito Siegmann deu entrevista acusando oposição de secadora.
O União Colorada levou Roberto Siegmann à Comissão de Ética pela declaração.
Não vai muito, Siegmann encerrou sua conta no Twitter.
Atendendo pedidos para evitar novos confrontos.
Estava amarrado no clube, engessado.
Ele que foi o fiador da eleição de Luigi.
O que se diz é que Siegmann não queria dividir o poder.
Por isto a demora para anunciar um substituto para Chumbinho.
E que ele demitiu Roth para contrariedade de Luigi.
E também para contrariedade de Luigi bancou Falcão.
Resumo da ópera: desde o começo da gestão Siegmann e Luigi estiveram em rota de colisão.
Os maus resultados levaram a colisão.
De frente.