Hiltor Mombach

Abel, papel e prática

Abel colocou Willians e Cláudio Winck como volantes como como quem relega o Ceará pos ser da Série B, completando com Alan Patrick, Alex e D’Alessandro; Rafael Moura.
No papel, Winck deveria marcar e dar velocidade ao meio.
Na prática, não fez nem uma coisa e nem outra e a culpa não é sua, pois foi improvisado na função. Aos 20min iniciais até os quero-queros menos atentos do Beira-Rio percebiam que o Inter era uma cratera no seu meio campo.
Abel poderia ter escalado um Inter feijão-com-arroz na ausência de Aránguiz: Ygor (João Afonso) e Willians; D’Alessandro e Alex (Alan Patrick); Luque e Rafael Moura (Wellinton Paulista).
Em tempo: Aránguiz  faz uma falta danada.
Se antes o time era dependente de D’Alessandro, agora é de D’Alessandro e Aránguiz.
Juntos, fazem a diferença.
Teimoso, Abel não trocou Winck por um volante e haviam dois no banco.
O Inter levou um baile no primeiro tempo, com Dida pegando uma penalidade.
Abel não reforçou o meio até o final, mesmo vendo que seu único volante, Willians, era uma avenida.
Os 2 a 1 do Ceará passam pelo treinador do Inter. Só ele não viu o que todos viram.