Hiltor Mombach

Achômetros e desejos

Começa neste sábado o 11º Brasileiro por pontos corridos.
Vale palpite, tese, chute, achômetro e desejo sobre quem serão os primeiros e os últimos.
Só exercendo futurologia para prever o que vai acontecer num campeonato em que a janela define quem ficará mais forte ou fraco e relegados em um clube tornam-se heróis em outros e aqui cito Jô e Ronaldinho.
Se até 2007 o melhor do primeiro turno acabava campeão, a partir de 2008 tivemos uma reviravolta com o São Paulo levando o título depois de encerrar a primeira fase oito pontos atrás do Grêmio.
No ano seguinte o Fla sairia do 7º lugar para ficar com a taça.
Sem falar que estamos diante de um campeonato nem sempre decidido em campo.
Em 2005 o Inter foi campeão de direito mas o caneco foi dado ao Corinthians em uma das manobras mais sórdidas que se tem notícia na história do futebol mundial.
Vejo o Inter seriamente prejudicado por não jogar no Beira-Rio e não vejo o Grêmio se reforçando como deveria.
Aliás, a lógica gremista não tem lógica: empilhou atacantes para uma disputa curtíssima e de mata-mata e passa a vassoura quando está por começar um campeonato longo em que os melhores classificados são os times que contam com um grupo que reúna quantidade e qualidade.
Enfim, façam as suas apostas.
De tanto errar, não aposto em mais nada.
Nem na ponta de cima nem na de baixo.