Hiltor Mombach

ADÍLSON, AINDA

ADÍLSON, AINDA

O nome de Adílson voltou a ficar quente. Incrível a rejeição que sofre este moço por parte da torcida colorada. Quem diria, lá em 2006, que o destino iria pregar esta peça. Há quatro anos ele afirmou, no Japão, que torceria pelo Barcelona na final do Mundial contra o Inter. Há um ditado que diz que silêncio é ouro. Ou se preferirem, um outro: em boca fechada não entra mosca.  Nenhum, repito NENHUM, torcedor do Inter postou mensagem de aprovação a Adílson. Antes da minha viagem para a África, Fernando Carvalho afirmou que Adílson não treinaria o INter. Pelo menos agora.