O Grêmio passeava em campo contra o modesto Iquique, aplicava sonoros 3 a 0, tudo ia bem, quando Renato sacou Léo Moura, até então o maestro do time, para colocar o volante Michael.
Aqui faço um parêntese: ótima contratação.
Não havia nenhuma necessidade de reforçar a marcação já que o Iquique estava abatido. A mudança chamou o rival para o campo do Grêmio, que levou dois gols e terminou a partida com as calças na mão.
O Inter empatava em 1 a 1 contra o Corinthians, num jogaço no Beira-Rio, e Zago promoveu as seguintes trocas no segundo tempo: 24min, Brenner por Carlos; 27min, Nico López por Valdívia e 38min, Edenílson por Felipe Gutiérrez.
Brenner estava mal e merecia sair.
Troca acertada.
Nico López estava bem e não merecia sair.
Troca errada.
Edenílson por Felipe Gutiérrez, um volante por um volante quando o Inter necessitava de mais poder ofensivo para desempatar o confronto.
O impetuoso Valdívia poderia ter entrado no lugar do excelente D’Alessandro, que dava sinais de esgotamento e não estava numa noite brilhante.
Ou, então, na vaga de Edenílson, com o Inter indo para o tudo ou nada nos últimos minutos.
Gosto de treinadores ortodoxos.
Mas arriscar não pecado.
