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O Gre-Nal de domingo não valeu o ingresso. Foi um dos piores que assisti nos últimos anos. Dois times medrosos jogando para não perder. As maiores emoções foram provocadas por um volante perigoso nas duas áreas, Willians. Nestes cinco saaras de nada, eis que surge o árbitro Fabrício Neves Corrêa, a verdadeira e única atração de um jogo tedioso, tirado para Geni pelos dirigentes como manobra diversionista. Fabrício salvou os dirigentes, que passariam a semana tentando explicar o inexplicável: como se chega à 11ª rodada do Brasileiro jogando bolinha tão pequena. Numa partida de dois times omissos, pelo menos a arbitragem não passou despercebida.