Alma de Poço
“Hiltor. O D’Alessando reencontrou a sua alma no Inter. E atualmente ele é a alma do colorado. Então, pergunto: que importa o sol na cara se a alma não amanhace? Assim como a letra de João Almeida Neto, Alma de Poço, sem o D’Ale ambos ficarão com alma de poço e peito vazio. Fica D’Ale. Abraços do seu leitor, João Marcelo W. Onofrio”. Este é um dos tantos e-mails que venho recebendo e que mostra como estão machucados os colorados.
