A Seleção faz nesta sexta-feira sua estreia nas Eliminatórias.
Joga em Belém contra a coadjuvante Bolívia, 83° colocada no ranking da Fifa e que, nas três participações em Copas (uma como convidada) não passou da primeira fase.
Não vai muito, pesquisa do Datafolha apontou grande diminuição entre os mais jovens que torcem pela Seleção Brasileira.
Entre 16 e 14 anos, apenas 3%.
Entre 45 e 59% anos o número aumenta de forma espantosa para 36%.
Como não se encantar, e torcer, por um esquadrão que tinha Félix; Carlos Alberto Torres, Brito, Piazza e Everaldo; Clodoaldo e Gérson; Rivellino, Jairzinho, Tostão e Pelé.
Como técnico, Zagallo.
Como se encantar e ficar na expectativa pela estreia quando o rival é um saco de pancadas jogando fora da altitude de 3.600 metros e com um time com Ederson; Danilo, Marquinhos, Gabriel Magalhães e Renan Lodi; Casemiro, Bruno Guimarães, Neymar e Rodrygo; Raphinha e Richarlison.
Fomos de Pelé a Neymar.
E de Zagallo para Diniz, um interino.
Comandar a seleção virou segundo emprego.
A amarelinha nunca esteve tão desbotada...
