Ouço de importante conselheiro do Inter que a construtora Andrade Gutierrez está dominada pela expressão animus domini, algo como ter a coisa possuída como sua, a coisa, neste caso, o estádio Beira-Rio. E que se o clube quiser reverter a interdição terá que quebrar com esta regra. Como? Exigindo da construtora o descumprimento do cronograma de obras.
Diz que a Andrade Gutierrez deveria promover a reforma apenas nas inferiores neste momento, liberando a superior para a torcida. Nestas condições haveria chance de liberar o Beira-Rio para jogos pelo Brasileiro desta temporada. Se a construtora fincar pé no cronograma é bom o clube procurar outro local para atuar.
