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Jardel nunca foi craque. Foi um baita goleador. Jardel disse para a repórter Flávia Bemfica ter sido “estuprado” na Operação Gol contra. A reportagem você só encontra no Correio do Povo. Estupro é crime. Também no sentido figurado. Jardel procurou um craque para defendê-lo. Quando o assunto é crime, o advogado Amadeu Weinmann é referência. O desembargador Newton de Leão concluiu entre outras coisas, que “o modo como conduzidas as operações, com proceder midiático incompatível com a situação preliminar de investigação criminal, denota intenção de exploração da figura pública do requerido”. É caso de “estupro” transformado em reality show. O Inter procurou um outro craque. O querido amigo Eduardo de Rose é autoridade máxima quando o assunto é doping. O Inter quer uma opinião técnica sobre os casos de doping de Nilton e Wellington. De Rose foi consultado para opinar nestes dois casos. Ainda não disse nem sim, nem não. Não bateu o martelo.
Weinmann e De Rose são lendas vivas. Está consagrada vai tempo a máxima de que quando eles são procurados é porque o caso é cabeludo. Doping no futebol é um caso sério. E estupro é crime gravíssimo. Também no sentido figurado.