Hiltor Mombach

Aqui como lá

Relatei aqui mesmo a aventura que foi nossa viagem (15 horas para ir e mais 15 para voltar) de Johanesburgo até Porth Elizabeth, encarando estradas não finalizadas, em pista única, quando da Copa do Mundo na África do Sul.
O entorno do belíssimo estádio Soccer City, em Johanesburgo, ainda merecia reparos com a competição já em andamento. Os fatos estão se repetindo e, ao que tudo indica, com maior gravidade, no Brasil. Quem diz isto é Blatter.
Do presidente da Fifa, Joseph Blatter:
“O Brasil acabou de se dar conta que começou tarde demais.
É o país com mais atrasos desde que estou na Fifa e foi o que teve mais tempo, sete anos, para se preparar”.
Dados recentes apontam que  75,6% das obras de mobilidade previstas para o Mundial estão atrasadas ou não serão entregues para a competição. A tão esperada melhoria do transporte coletivo em Porto Alegre deverá ficar para depois da Copa.

Do Portal 2014 em setembro de 2013:
“O BRT Protásio Alves, por exemplo, estaria pronto no dia 5 de junho deste ano, após 13 meses em obras. A conclusão foi prorrogada para maio de 2014, a apenas um mês da Copa do Mundo. O atraso é de 11 meses.’

Passo pela Protásio Alves todos os dias. A avenida continua transformada em um canteiro de obras. Porto Alegre está transformada num canteiro de obras. Blatter:
“O Brasil acabou de se dar conta que começou tarde demais. É o país com mais atrasos desde que estou na Fifa e foi o que teve mais tempo, sete anos, para se preparar”.