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Três engenheiros, dois da OAS e um de uma empresa terceirizada, serão indiciados pela queda do guarda-corpo durante partida entre Grêmio e LDU, na Arena, pela primeira fase da Libertadores da América, quando a estrutura cedeu e oito torcedores caíram no fosso. Não entendo nada de engenharia, mas me chamou a atenção no dia da queda o tamanho do parafuso, pequeno na minha opinião de leigo para fixar o guarda-corpo quando se sabia da avalanche. Também reparei pelas fotos que o gradil que está sendo colocado agora é bem mais reforçado do que o guarda-corpos que cedeu no jogo pela Libertadores. Justifica-se ainda mais a vistoria que está sendo feita na Arena por empresas contratadas pelo Grêmio.
Tenho que fazer um reparo. Ouvi de um engenheiro que o gradil que está sendo colocado pode parecer mais reforçado do que o guarda-corpos, mas seguramente não é. O diâmetro pouco significa. Um pode ser de aço maciço e o outro de material. Segundo ele a fixação do gradil é mais importante e, hoje, estão sendo atendidos todos os requisitos.