A Arena Porto-Alegrense, gestora do estádio do Grêmio, braço da OAS, teria que entregar o complexo em 2033. Em que condições entregaria são outros quinhentos.
Marcelo Marques comprou a gestão por R$ 50 milhões.
Fim de conversa.
A Reag comprou os créditos do Santander por R$ 40 milhões e repassou para a Revee. A Revee vendeu os créditos para Marcelo Marques por R$ 80 milhões.
Pergunta: como ficaria a situação jurídica depois de 2033 se o Marcelo não tivesse comprado os créditos da Revee?
A Revee perderia os R$ 40 milhões?
Quem conhece o assunto explica que são três coisas diferentes:
1. Propriedade;
2. Gestão;
3. Dívida.
1. A propriedade da Arena será do Grêmio quando houver a permuta. Já deveria ter sido realizada em 2013, mas ainda não foi por inúmeros motivos corretos e incorretos, justos e injustos.
2. A gestão da Arena seria da OAS até 2033. Foi isso que o Marcelo comprou da OAS/Metha. O chamado direito de superfície, que dá o direito de gerir.
3. A dívida tomada para a construção da Arena (que Marcelo comprou parte da Revee e Grêmio do Banrisul) não impede, por si só, a propriedade nem o exercício da gestão.
Respondendo:
1. A Arena passaria a ser do Grêmio desde que fizesse a permuta;
2. A Revee não necessariamente perderia o valor, pois o estava cobrando judicialmente.
