Inaugurada em dezembro de 2012, a Arena passaria a ter o Grêmio como gestor apenas em 2033.
Até lá, a gestão seria feita pela Arena Porto Alegrense, braço da OAS, que ficaria, entre outras coisas com a bilheteria e, em caso de venda, com o dinheiro do naming rights, contratos comerciais em que uma empresa adquire o direito de associar a sua marca ao nome de um local.
E receberia R$ 2 milhões por mês pela migração dos sócios do Olímpico para Arena.
Como o empresário comprou tudo, pagando R$ 50 milhões pela gestão e R$ 80 milhões para a Revee, dona dos créditos do BB/Santander, no dia 1º de janeiro de 2926 tudo passa a ser do clube, que não pagará mais pela gestão.
Quanto vale a Arena do Grêmio?
Em recente reunião, o vice presidente eleito, Eduardo Magrisso, falou em R$ 1 bilhão.
Em fevereiro deste ano, um levantamento feito pelo Globo apontou a Arena como o sexto estádio mais valioso do Brasil, R$ 1,3 bilhão.
Estão sendo feitas melhorias, bancadas por Marcelo Marques, no valor de R$ 12 milhões.
Quando renderia a venda do naming rights?
Eduardo Magrisso: "O dinheiro (de uma possível venda) será do Grêmio. Não temos o valor da Arena, só temos o valor que São Paulo, Corinthians e Palmeiras cobram pelo naming rights.
A próxima gestão tem que fazer um projeto para tal."
O presidente do Grêmio, Alberto Guerra, diz que foi estudado um valor para negociar em conjunto com a Arena Porto Alegrense.
Não informa a quantia.
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Marcelo Marques afirma que "se Deus quiser, vai aparecer uma empresa que invista nessa linda Arena do Grêmio".
Hoje, há muito interesse em adquirir os naming rights.
Em agosto de 2024 o Brasil atingiu 11 acordos de naming rights com arenas.
Com vários preços.
O Santos pegou R$ 15 milhões por ano.
A Arena Pacaembu conseguiu R$ 1 bilhão por 30 anos. Isto dá R$ 33,3 milhões por ano.
O Allianz Parque (Palmeiras) renderá R$ 300 milhões por 20 anos, são R$ 15 milhões por ano.
Caberá a quem assumir o Grêmio em 2026 negociar a venda.
