Hiltor Mombach

Argel, o paternalista

Nem idade Argel tem para seguidamente dar uma de treinador-paternal.
Talvez pretenda mais do que isto, mostrar quem manda no vestiário colorado.
Desnecessário, afinal reza no contrato que ele é o treinador, portanto, dá as ordens.
Falo sobre sua frase dizendo ser responsável pela penalidade desperdiçada pelo zagueiro Paulão.


Com Argel como técnico, nove jogadores diferentes bateram pênaltis:
“E a responsabilidade é minha: eu escolhi esses jogadores para bater os pênaltis.”
Não sei se escolheu, algumas vezes o próprio jogador se escolhe.
Sei que Argel não cobrou nenhuma penalidade.
A responsabilidade, portanto, é de quem cobra.