Hiltor Mombach

As organizadas e a marca do clube

Dias atrás publiquei trecho de um artigo de Fernando Ferreira, da Pluri Consultoria.
Dizia assim: “Se houvesse nos clubes uma figura dedicada “exclusivamente” a cuidar de suas marcas, certamente uma de suas primeiras decisões seria a de romper totalmente com as torcidas organizadas ...
A solução está ao alcance dos clubes: cortar qualquer tipo de ajuda, financeira ou não, além de exigir das torcidas que paguem pela utilização de suas marcas...”
O Cruzeiro proibiu que as organizadas utilizem a marca do clube.
A decisão passou pelos conselheiros do clube mineiro. Do presidente do Conselho Deliberativo, Wilmer Santa Luzia Mendes:
“Foi feito um abaixo-assinado, entregamos, colocamos em votação e foi aprovado por unanimidade.
A partir de agora, a marca Cruzeiro está proibida de ser usada pelas organizadas”.
Parabéns!
Que Grêmio, Internacional e os demais clubes brasileiros sigam o exemplo.
Vai muito tempo escrevi aqui mesmo que a Geral do Grêmio tinha até sala no estádio Olímpico onde vendia, entre outras coisas, mantas com o logotipo do Grêmio.
Certamente a direção sabia do fato, mas mostrou-se surpresa com a informação.
Sem falar que era presenteada com ingressos, muitos, que vendia e, obviamente, ficava com a grana.