Hiltor Mombach

As três crises do Grêmio e a reeleição de Romildo

Até os quero-queros de Linha Cafundó sabem que os grandes clubes de futebol vivem de títulos.
Também sabem que quando a última taça no armário acumula poeira grossa a crise se espraia para as finanças.
Sem novas taças e com as finanças combalidas, a crise lança seus tentáculos agitando a política clubística.
O encontro destas três crises num ano eleitoral é nitroglicerina pura. Só não são varridos os dirigentes eleitos.
Romildo Bolzan está diante das três crises pela primeira vez desde que assumiu a presidência indicado por Fábio Koff.
Hoje, porque amanhã e outro dia, não se reelegeria.
Há tempo e dois campeonatos para recuperar a temporada, até aqui um desastre com a eliminação em três certames.
Tenho lá minhas dúvidas se a compra da gestão a Arena bastará para reeleger Romildo.
A compra está adiantada.

Neste momento Fabinho Koff faz Oposição nem tão silenciosa por não ter sido atendido em algumas reivindicações.
Fabinho foi escanteado na gestão Romildo. Isto terá custo político.

Quanto mais o Grêmio ficar à deriva mais as Oposições crescerão. Sempre foi assim e sempre será.
É do jogo.