Em outubro de 2009 o então presidente, Vitorio Piffero, escreveu um artigo para a revista do Inter que levou o título “Assim é que prosperamos”. Trecho.
“Muito se comentou, nos últimos tempos, a respeito de transferências de alguns dos nossos jogadores. Pelo teor das análises, criou-se uma ideia de que a direção do clube desejaria a qualquer custo negociar os principais atletas do nosso grupo. Estas conclusões pouco têm a ver com a realidade dos fatos. Em todas estas negociações, porém, sempre planejamos reposições à altura com contratações ou mesmo com jogadores que já estavam no grupo.”
Em outubro de 2011 o repórter Fabrício Falkowski informou no Correio do Povo que D’Alessandro estava na mira dos chineses. Três meses depois, os chineses apertaram o cerco e a direção colorada, apavorada, mandou Fernandão revirar o mercado europeu em busca de um substituto.
A Libertadores por começar e o Inter nesta aflição. O tal do planejamento de reposição parece ter ido para as cucuias. Há longos doze meses ou mais o Inter carece de um zagueiro e só agora, na abertura de 2012, com a Libertadores batendo à porta, tentou a contratação de Naldo, fracassando na negociação.
Hoje o Inter já sabe que Oscar será negociado na próxima janela. Deixará para repor quando? Neste andar da carruagem alguém da atual direção irá escrever outro artigo para a revista do Inter. Levará o título de “Assim é que afundamos”.
