Hiltor Mombach

Atual vice Jurídico do Inter foi favorável ao Esportivo

Marcelo de Freitas e Castro é o atual vice-presidente Jurídico do Inter.
No ano passado ele atuava no TJD da FGF.
Trabalhou no caso do Esportivo.
Seu voto foi contra o rebaixamento e por multa.
Na época, Marcelo de Freitas e Castro não via como punir o Esportivo sem identificar o autor ou autores da injúria racial.


 

Em 13/03/2014 o TJD julgou os atos racistas por parte da torcida do Esportivo no Campeonato Gaúcho contra o árbitro Márcio Chagas da Silva. Deu em multa de R$ 30 mil e a perda de cinco mandos de campo. Haveria um novo julgamento, no STJD, que rebaixaria o Esportivo.


O relator Paulo Abreu votou pela exclusão do Esportivo do campeonato, perda de seis pontos e seis mandos de campo, além de multa de R$ 35 mil.
Paulo Nagelstein declarou que não acatava integralmente a pena sugerida. Sua opção foi por multa de R$ 30 mil e perda de cinco mandos de campo.
O auditor Álvaro Marcos Paganotto Filho votou junto ao relator Paulo Abreu quanto à exclusão do Esportivo do campeonato, mais multa de R$ 30 mil e perda de seis pontos.
O empate veio com o presidente da comissão Marcelo de Freitas e Castro.
Ele foi favorável ao Esportivo, com pena de multa de R$ 30 mil e perda de mando de cinco jogos.

Assim, ficou definida a pena mais branda, de R$ 30 mil de multa e a perda de mando de cinco partidas.
O caso ocorreu no jogo entre Esportivo e Veranópolis.
O árbitro Márcio Chagas da Silva relatou ter sido alvo de insultos pesados por parte de torcedores do time mandante, que estavam nas arquibancadas do Estádio Montanha dos Vinhedos, na Serra Gaúcha.
Segundo ele, na entrada no gramado, durante o intervalo e após a partida, ouviu ofensas racistas.
E, ao ir embora, encontrou bananas em seu carro, no estacionamento.