Hiltor Mombach

Auditorias

Em março de 2017 a Auditoria Saweryn & Associados S/S, Auditores Independentes entregou ao Inter o seu parecer sobre as contas de 2016 com uma pequena ressalva.
No mesmo mês, o Conselho Fiscal encomendou parecer da Auditoria Baker Tilly que apontou falhas, gerando a reprovação das contas da gestão Vitorio Piffero.
Foi uma terceira auditoria, da Ernst & Young, que detectou, inconsistência em contratos não realizados com cinco empresas do ramo de construção civil, apontando “risco alto de fraude”, deflagrando o processo que culminou, ontem, com o Ministério Público cumprindo 20 mandados de busca e apreensão.
Fossem seguidas as recomendações da primeira auditoria e possivelmente as contas teriam sido aprovadas com as tais das ressalvas.
O fato escancarou a absoluta necessidade do Inter (assim como todos os clubes) contar com outros mecanismos de controle.
Os fatos não envergonham a instituição.
Envergonhariam se tivesse tratado o assunto como de economia interna.