Hiltor Mombach

Balanço deste Inter

Na fase ruim sucumbem até os jogadores bons e, na fase boa, se destacam inclusive os pernas de pau.
Trata-se de uma verdade não tão exagerada assim.
O vice de futebol do Inter, Roberto Melo, acertou e errou.
Cuesta, Uendel, Pottker, Edenílson, D’Alessandro (que retornou nesta gestão) e Damião poderiam ter jogado mais, porém faltou parceria.
Cirino veio, viu e saiu, assim como Neris.
Alemão, Roberson, Felipe Gutiérrez, Danilo Silva...Quando forem não deixarão saudade.
Quando parecia se firmar, Klaus sofreu uma lesão.
Camilo é opção, não mais do que isto.
Melo errou na contratação dos técnicos Zago e Guto.
Vale a redundância: apostou em duas apostas.
Acertou ao demitir os dois.
Assim pode começar a buscar um cascudo para 2018.
Com Cuesta, Uendel, Pottker, Edenílson, D’Alessandro e Damião teria sido possível montar melhor um time melhor.
Este Inter se inscreve entre os piores da história pela falta de organização tática e um escancarado desequilíbrio entre os setores.
Ficou exposto do meio para trás, sem lateral direito, com uma zaga de um zagueiro só e sem opção pela esquerda.
Não levou mais gols pela notória falta de qualidade dos adversários