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De Barcos, ontem: “O Luxemburgo pedia para eu jogar mais no meio- campo. Procurei fazer diferente do que estava acostumado. Fui tentando. Não era o que eu queria ou sabia fazer. Mas respeito o que os treinadores me pedem. Tentei fazer o melhor. Às vezes deu certo, outras vezes não”. De Luxemburgo, antes de ser demitido: “Uma coisa é a declaração que eu dei sobre ele (Barcos) poder fazer a mesma função que o Evair fazia no Palmeiras, de recuar e armar. Outra é eu ter mudado a função dele. Ele sabe que precisa entrar na área. É a característica dele. Em momento algum foi tolhida a liberdade dele”. Se Renato acertou a função de Barcos, que marcou gol no sábado, o tempo dirá, com o atacante deslanchando. Já era hora. Estou entre aqueles que acham que quando um treinador acerta o posicionamento do jogador este passa a render o esperado. Lembro de um episódio antigo. Cristóvão estava mal no Grêmio, isto em 1988. Foi quando o querido amigo e competente treinador Otacílio Gonçalves da Silva Júnior recuou o jogador. Deu tão certo que Cristóvão foi convocado para disputar a Copa América de 1989. Acho, e apenas acho, que Barcos deveria ter feito tal colocação quando Luxemburgo ainda era o treinador. De Luiz Lombardi, assessor de imprensa de Luxemburgo, no Twitter: “Nada como um dia após o outro. A hora do Barcos irá chegar.”