Hiltor Mombach

Bastão não, pepino

A expectativa do time de transição do Grêmio era passar o bastão para os titulares bem colocado na tabela, com a classificação encaminhada.
Passou um pepino.
Ontem a equipe voltou a fazer água no encharcado Passo D’Areia. Levou 2 a 0 do modesto Zequinha.
Despediu-se melancolicamente do ruralito.
O balanço da tragédia: um mísero ponto em 12 disputados, aproveitamento ridículo de 8,3%.
No conjunto da obra levou 11 gols, nove no segundo tempo.
Vazou mais do que peneira.
Virou saco da pancadas.
Neste momento aparece como a pior defesa do campeonato.
Em 2017 o Zequinha levou a oitava e última vaga para as quartas com 13 pontos. Os titulares do Grêmio disputarão sete jogos, 21 pontos.
Precisarão de no mínimo 12 pontos para seguir na competição. Ou de um aproveitamento de 57%.
Pode ser fácil, como pode não ser. No sábado, ainda com a musculatura presa e entrando em forma, o time principal vai encarar o Cruzeiro.
Serão quatro jogos em casa (Cruzeiro, Brasil, Noia e São Paulo) e três fora (Veranópolis, Juventude e Internacional).
Este time de transição fez o torcedor sentir saudades dos antigos Banguzinhos.
Estes davam conta do recado.