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Depois de ouvir aqui e ali, conclui: o Inter não precisa apenas de um treinador, mas de um xerifão no vestiário, alguém como Bat Masterson, figura lendária do Velho Oeste americano, delegado federal, dos tempos da perneira.
E de um vice de futebol que atue como assistente de xerife.
A notícia ruim, amigos, é esta: o Internacional está vivendo sua pior crise de falta de comando desde 2002, quando Fernando Carvalho assumiu a presidência.
De lá para cá o futebol enfrentou turbulências, algumas terríveis, mas nenhuma que se compare com a atual.
O vestiário está sob o domínio de alguns jogadores.
A notícia boa é que pior do que está não pode ficar.

