Influentes conselheiros colorados estão se mobilizando para visitar Giovanni Luigi no Beira-Rio para dizer que o Inter não deve mais esperar pela Andrade Gutierrez e sim prosseguir tocando a reforma com dinheiro próprio, conforme o modelo antigo. Acham que o clube tornou-se refém da construtora.
Dizem que há dinheiro para tanto. O clube teria R$ 40 milhões reservados, verba oriunda da segunda parcela da venda dos Eucaliptos e dos camarotes. Acham que agora, sob pressão, o governo federal interviria caso fosse necessário buscar financiamento.
Importante ex-dirigente não entende a demora da Andrade Gutierrez em assinar ocontrato e teme que poderá nem fazê-lo.
De um dirigente colorado que atuou na gestão passada: “A Andrade Gutierrez pediu para que o Inter parasse as obras e agora ficamos nesta, aguardado por uma resposta. Enquanto a Tedesco esteve como responsável pela reforma tudo andou conforme o cronograma”.
