BOE explica transtornos no Gre-Nal
Por Paulo Tavares
Os transtornos sofridos pelos torcedores, no último Gre-Nal, quando no portão 5 do Estádio Olímpico, foi formado uma cordão de isolamento de policiais militares, foi uma medida preventiva. De acordo com o comandante interino do 1º Batalhão de Operações Especiais (1º BOE), major Jefferson de Barros Jacques, diante do resultado, com vitória do Internacional, foi feita uma linha de contenção para evitar demonstrações de descontentamento, em especial com a torcida Geral do Grêmio. “Poderia ocorrer atos de vandalismo, com em outras ocasiões”, explicou Jacques. “Por isso fizemos essa linha de contenção”.
Ao perceberem que a torcida não reagiria de forma violenta, foi desfeito o cordão. No entanto, reconheceu Jacques, muitas pessoas já tinham passado pelo local, que ficou estreito, gerando algum desconforto. O restante do público saiu calmamente, não tendo sido registrado maiores incidentes no entorno do estádio.
O fato de maior repercussão, segundo o major, foi a agressão sofrida por um torcedor do Internacional que estava em seu carro, na esquina da avenida Azenha com a rua Recife. Ele, que estava com a família, foi atacado por um grupo de torcedores do Grêmio, que danificaram o seu automóvel. “Os PMs agiram rápido e detivemos os agressores”.
