Da bolada da televisão, Grêmio e Internacional ficam com cerca de R$ 12,4 milhões cada, arredondando 67% do total.
Não é pouca grana por um campeonato curtíssimo.
Por estarem no Brasileiro da Série B, Juventude e Brasil de Pelotas levam cerca de R$ 1,5 milhão.
Os demais, R$ 1 milhão.
O Gauchão não dura três meses.
A distribuição de verba do Campeonato Brasileiro da Série A terá um novo modelo, bem mais justo, a partir de 2019, quando passará a ter 40% da receita dividida igualmente entre todos os clubes, 30% tendo como critério o número de jogos transmitidos na TV aberta e fechada e 30% distribuídos de acordo com performance.
Os clubes do Interior que volta e meia reclamam da forma como é distribuído o dinheiro da TV não terão mudança se não lutarem por isto, como fizeram os times da Série A do Brasileiro.
Em tempo: o catarinense paga R$ 5 milhões.
Aceitou uma redução de R$ 3 milhões.
O mineiro, R$ 35 milhões.
A TV tentou reduzir a cota de transmissão do Gauchão mas não levou.
Teve que aumentar em 3%.
A FGF distribui R$ 37 milhões.
É o terceiro estadual que mais paga no país, atrás apenas de São Paulo R$ 121 milhões e Rio de Janeiro, R$ 91,5 milhões. Em tempo: o Paulistão e o Carioca contam com quatro equipes grandes.
