Hiltor Mombach

Braithwaite fez mais num jogo do que os consagradíssimos Borré e Valencia

Cometendo uma verdade exagerada dia que Braithwaite foi o jogo. Não teve Cuiabá 1 x 3 Grêmio. Teve Braithwaite.

Não teve Cuiabá 1 x 3 Grêmio. Teve Braithwaite.
Não teve Cuiabá 1 x 3 Grêmio. Teve Braithwaite. Foto : Lucas Uebel / Grêmio / CP

Amigos, este tal de Braithwaite é um acontecimento.
Poucos jogadores tiveram tanto protagonismo numa estreia como este dinamarquês.
Cometendo uma verdade exagerada dia que Braithwaite foi o jogo.
Não teve Cuiabá 1 x 3 Grêmio.
Teve Braithwaite.
Explico.
O primeiro gol passa por ele.
É ele quem empata o jogo anotando contra.
É ele quem desempata e é ele quem amplia.
Saquem Braithwaite e não tem confronto.
Não cometerei aqui a insanidade de querer comparar Braithwaite com Suárez.
Porém, se este Braithwaite de sábado não estava de aniversário, se daqui para frente fizer a metade do que fez diante do modesto Ceará, teremos menos viúvas de Suárez.
Amigos, o futebol tem caminhos que nosso limitadíssimo conhecimento desconhece.
Braithwaite, um dinamarquês com nome que sugere pasta de dente, fez mais num jogo do que os consagradíssimos Borré e Valencia pelo Inter.
Alguém já disse que um jogo de futebol é uma janela aberta para o infinito.
Acrescentaria: para o infinito e para o imaginário. Braithwaite de sábado fez o torcedor sonhar.