Ontem escrevi sobre o novo mapa do futebol nacional da Série A para 2025 que está sendo desenhado e que poderá ter sete times paulistas.
Hoje falarei sobre o Brasileirão.
Não sei se o aumentativo fica por conta do gigantismo de um campeonato com 38 rodadas, que lembra o Gauchão de 1994, rotulado por este colunista de intermináaaaaaavel pois durou nove longos meses, ou por ser grande na abrangência.
Se eu considerar a abrangência estamos diante de um Brasileirinho.
Estão representados quatro times de São Paulo (Palmeiras, Corinthians, Bragantino e São Paulo); quatro do Rio de Janeiro (Flamengo, Fluminense, Vasco e Botafogo); três do Rio Grande do Sul (Grêmio, Inter e Juventude); dois de Minas Gerais (Cruzeiro e Atlético); um do Paraná (Athletico); um de Santa Catarina (Criciúma); dois da Bahia (Bahia e Vitória); um do Mato Grosso (Cuiabá); um de Goiás (Atlético) e um do Ceará (Fortaleza).
Temos representantes de 10 estados diferentes.
O Brasil te 26 estados, além do Distrito Federal.
Por região o funil aperta mais.
São 11 equipes, 55% do total, concentradas no Sudeste e Sul.
Brasileirão para poucos. É Sudeste e Sul
Se eu considerar a abrangência estamos do Brasileirão estamos diante de um Brasileirinho.
