Hiltor Mombach

Caiu mais um assessor de Temer? Pênalti para o Inter

Até os quero-queros de Linha Francesa Alta ficaram de bico aberto com o jogo muito louco de sábado.
Se os deuses do futebol (termo cunhado por um dos papas da narração, Milton Jung) estivessem alinhados com o Inter o time faria 7 a 0 no modestíssimo Náutico.
Modestíssimo é condescendência minha. Ainda tentando se livrar do inferno astral que o rebaixou para a Segundona no ano passado, aplicou 4 a 2 com algum padecimento.
Padecer vem sendo a sina do torcedor.
Caiu mais um assessor de Temer?
Pênalti para o Inter.
Foram quatro, todos em favor do time gaúcho, todos indiscutíveis, tanto que o rival não mostrou indignação no relato que fez em seu site.
Converteu os dois primeiros na hora certa, quando a partida estava 1 a 1. Anotou 3 a 1 e a fatura parecia liquidada pois o adversário, risível, estava com 10. Parecia. O Náutico descontou e um calafrio percorreu as arquibancadas. Para o escaldado torcedor colorado os jogos só acabam quando terminam.
Desta vez o Inter ampliou para 4 a 2.
No meio da semana havia transformado o 1 a 1 contra o Figueirense em 2 a 1.
Sinal dos deuses do futebol?
A verdade verdadeira é que não há mal que sempre dure nem bem que nunca se acabe.