Dino Sani não cansava de dizer que o futebol é uma caixinha de surpresas.
Não sei se a frase é dele.
O Caxias havia perdido uma partida em casa neste regional e encarava um Inter com os reservas.
Teve mais posse de bola (57.3% x 42.7%), 14 finalizações contra oito (somando certas e erradas) e perdeu levando gols de jogadores que até recentemente sequer estavam inscritos no Gauchão, Camilo e Jonatan Álvez.
O Inter venceu porque tem um dos melhores goleiros em atividade no país, Marcelo Lomba, que carregou o time no lombo, com o perdão do trocadilho.
Ele salvou um chute de Bruno Alves, que resultaria em gol se o atacante tivesse passado a bola para um companheiro ao lado livre, leve e solto com o arco escancarado.
Caixinha de surpresas porque os reservas fizeram diante do Caxias lá aquilo que os titulares deixaram de realizar na quarta-feira na derrota para o Noia, no Beira-Rio, pelas quartas de final.
Baita vantagem do Inter, que começa bem uma semana importantíssima, de decisões como mandante.
Caixinha de surpresas
Dino Sani não cansava de dizer que o futebol é uma caixinha de surpresas
