O ministro do Tribunal Superior do Trabalho, Guilherme Caputo Bastos, concedeu entrevista para o companheiro Rech na Rádio Guaíba. Repetiu ter concedido uma liminar em habeas corpus para autorizar Oscar a exercer livremente a sua profissão, participando de jogos e treinamentos em qualquer localidade e para qualquer empregador, conforme sua livre escolha.
Não disse ter liberado Oscar para jogar pelo Inter.
Não precisava.
A decisão é clara: "...Para autorizar Oscar a exercer livremente a sua profissão, participando de jogos e treinamentos em qualquer localidade e para qualquer empregador, conforme sua livre escolha."
A escolha de Oscar é o Inter.
Logo, a Condeferação Paulista de Futebol deve dar condições para que Oscar atue pelo Inter.
Parece óbvio.
