O Gauchão segue a mesma caravana de miséria de anos anteriores.
Média de público pagante:
Grêmio, 7.877;
Internacional, 7.846;
Brasil, 2.854;
Juventude, 1.840;
Caxias, 1.658;
São Luiz, 1.509;
União Frederiquense, 1.119;
Ypiranga, 868;
Aimoré, 366; São José, 349;
Novo Hamburgo, 220 e
Guarany, 195.
Média geral: 2.351.
Quando o assunto é renda líquida três clubes estão no prejuízo:
Aimoré, R$ 20 mil (arredondando);
Guarany, R$ 14 mil e
Novo Hamburgo, R$ 9 mil.
Quem mais faturou do Interior até aqui foi o Brasil, R$ 231 mil.
O Grêmio lidera com R$ 840 mil.
A bilheteria não fica com o clube, mas com a Arena Porto Alegrense.
O Inter vem depois com R$ 445 mil.
Pouco público, pouco futebol e pouco dinheiro.
As três melhores médias de publico do Paulistão: Corinthians, 23.748; Palmeiras, 20.325 e São Paulo, 15.440. Do certame carioca: Flamengo, 9.248; Vasco, 6.254 e Fluminense, 3.900. Mineiro: Cruzeiro, 11.957; Galo, 6.889 e Uberlândia, 2.343. O Paulistão dá de relho em todos.
Caravana: três no prejuízo
Gauchão atrai pouco público e rende pouco dinheiro
