Hiltor Mombach

Carta fictícia de Giovanni Luigi para Celso Roth.

Carta fictícia de Giovanni Luigi para Celso Roth.

Carta fictícia de Giovanni Luigi para Celso Roth.
"Celso. Participei nesta segunda-feira do programa "Ganhando o Jogo", na Rádio Guaíba. O assunto era a reforma do Beira-Rio. Tudo ia bem. Sabe como é, eles tentando me colocar em alguma saia justa e eu driblando mais do que o D’’Alessandro.

Até que o Reche leu manifestação de um colorado pedindo tua saída. Apenas sorri. O Hiltor aproveitou o embalo e perguntou o que eu achava de um esquema com três volantes. Sorri novamente e sussurrei: "Que corneta!". Torci para que o assunto voltasse a ser a reforma do Beira-Rio, mas o Hiltor não deixou.

Perguntou o que eu achava de um esquema com três volantes para encarar o Novo Hamburgo. O Noia, Celso, o Noia! Em casa, Celso, em casa! Tergiversei. Mudei de assunto. Disse que o time havia jogado muito bem contra o Jorge Wilstermann. Caí na armadilha. Jogamos com dois volantes na Bolívia. Não havia mais como te defender. Oh, Celso! Oh, Celso!

O Siegmann está cada dia mais descabelado de tanto te defender no Twitter e eu neste constrangimento todo. Larga a retranca. E aproveita para largar esta carranca. Não tenha medo de ser feliz, Celso. A tua felicidade é a minha felicidade. Vamos ser felizes juntos. Larga a retranca. Larga a carranca. Oh, Celso! Oh, Celso!".