O episódio Adriel desperta paixões passionais.
Há quem defenda ardorosamente o goleiro e aqueles que o condenam sob a acusação que ele está cuspindo no prato que come, que deveria ser grato a Renato, que o lançou como titular do time principal, e por tabela ao Grêmio.
A verdade verdadeira é esta: os envolvidos no caso não estão motivados pela paixão, mas pelo dinheiro.
Trata-se de comércio.
Os direitos federativos são do Grêmio, que espera que ele se firme na posição para negociá-lo.
Sim, goleiro também rende grana.
Em 2018 Grohe deixou cerca de R$ 15 milhões nos cofres.
O empresário de Adriel, Pablo Bueno, teria investido R$ 2 milhões dinheiro direto na conta do goleiro com a expectativa de faturar uma bolada administrando a carreira do jovem.
Adriel teria aceitado o dinheiro do empresário porque corresponde a vários anos de salário pago pelo clube com a certeza de que ou seguirá recebendo do clube mesmo sem jogar ou receberá em caso de venda e em outro time.
Não de descabelem, passionais.
Entre mortos e feridos, todos nessa história se salvarão.
Com grana no bolso.
Caso Grêmio x Adriel: não se descabelem, passionais!
Não de descabelem, passionais. Entre mortos e feridos, todos nessa história se salvarão. Com grana no bolso.
