Hiltor Mombach

"Causa estranheza o conformismo do SCI, leia-se atuais dirigentes, com relação a uma proposta tão onerosa ao clube"

"Causa estranheza o conformismo do SCI, leia-se atuais dirigentes, com relação a uma proposta tão onerosa ao clube"

Boa tarde Hiltor, Embora o Inter mantenha a propriedade, o uso do Beira-Rio ficará, de certa forma, condicionado a AG. Explico: Se a AG quiser realizar shows, o colorado não poderá se opor nem a data, nem ao horário. O mesmo se aplica a eventos realizados nas outras áreas administradas pela AG. Causa estranheza o conformismo do SCI, leia-se atuais dirigentes, com relação a uma proposta tão onerosa ao clube. Siegmann e Aod falam a todo momento em não comprometer rendas de televisão e partes de jogadores, mas contraditoriamente aceitam se desfazer de receitas do nosso estádio, construído e cuidado com tanto sacrifício e paixão. Os atuais dirigentes deveriam, antes de tudo, lembrar o que é o Internacional, e do orgulho que temos por nossa casa. E ao lembra do espírito colorado, quiça recordar do então presidente Amorety em frente a uma trator, garantindo nosso patrimônio. Torcedor colorado: Você imagina Luigi, Siegmann e Aod fazendo isso? Não entendo porque nem se fala em percentuais. Por exemplo: Poderia a AG fazer jus a integralidade dos lucros até receber todo o valor investido, acrescido de juros, e a partir daí o SCI faria jus a um parte das receitas. Didaticamente: A AG investirá cerca de 290 milhões. Até receber este valor, acrescido de juros e lucro razoável (imagino 400 milhões) terá a totalidade dos lucros. Atingido este valor, fará jus a 50%; atingido a cifra dos 500 milhões, fará jus a 30%, justo! Não seria a proposta mais justa, tampouco a mais econômica, mas acho que devidamente ajustada, agradaria a gregos e troianos. Outras empreiteiras poderiam também ser consultadas. Atte, Eduardo Spagnolo