Hiltor Mombach

Chorar não apaga a marca de racista

Em 2014, jogando pelo Santos, o goleiro Aranha sofreu injúria racial por uma torcedora do Grêmio durante um jogo da Copa do Brasil

Em 2014, jogando pelo Santos, o goleiro Aranha sofreu injúria racial por uma torcedora do Grêmio durante um jogo da Copa do Brasil. 
O caso resultou na exclusão do time gaúcho da competição. 
A torcedora acabou indiciada por injúria racial.
Depois chorou, pediu desculpas, disse que não era racista mas ficou marcada pelo episódio.
Não faltam lições de racismo punido. 
Mas os fatos se repetem.
Agora se investiga um suposto caso de racismo na partida entre Grêmio 4 x 5 Fluminense.
Nota do Fluminense:
"O Fluminense sempre será contra qualquer tipo de discriminação. 
O esporte traz mensagens de união que não dão espaço ao preconceito. 
Um grande jogo entre dois gigantes não tem lugar para o racismo." 
Nota do Grêmio: 
"O Grêmio informa sua torcida e demais entes que tomou conhecimento do vídeo publicado nas redes sociais que sugere injúria racial contra o atleta Yony González, do Fluminense. 
O Clube está apurando o ocorrido e de antemão manifesta seu inteiro repúdio a todos os tipos de injúria."